O baiano Williams Díaz é só chamego com sua Sessa C36, cujo comando divide com sua mulher, Lúcia

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O casal Williams e Lúcia Díaz (ele, engenheiro de computação, e ela, cirurgiã vascular) navega há 10 anos nas águas da Baía de Todos os Santos, em Salvador. E estão bem felizes com seu último investimento, uma Sessa C36. Veja o relato abaixo.

“Por influência de minha mulher, Lucia Díaz, que fala sobre barcos de igual para igual com qualquer homem do mar, eu comecei a navegar há exatamente dez anos. A nossa primeira lancha, comprada em 2009, foi uma 26 pés. Tinha água quente, ar, fogão, etc. Mas, como raramente saímos para voltar no mesmo dia — sim, quase sempre pernoitamos a bordo, ficando no mar por dois ou três dias seguidos —, decidimos mudar de patamar.

Trocamos a pequena cabinada por uma 33 pés, com certo conforto. Foi um grande upgrade. O salto maior, porém, veio a seguir, quando adquirimos a Sessa C36, com hard-top e ar no cockpit, um grande conforto, além de boxe fechado no banheiro. Com ela, navegamos sempre na Baía de Todos os Santos, passando por Itaparica e Ilha dos Frades.

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Costumamos sair na companhia de amigos e o nosso filho Diego, que é autista e sempre nos acompanha. Aliás, ele adora navegar. Está sempre ali, juntinho da gente, integrado, ajudando, curtindo esse ambiente maravilhoso. Puxou os pais! Especialmente a mãe, que — devo confessar — pilota melhor do que eu.

Não é à toa que, 10 anos atrás, quando tirou o arrais amador, era a única mulher da turma. Detalhe: ela terminou a prova em 45 minutos e acertou 100% das questões. Não sem ouvir antes um “chutou tudo, hein?”, entre brincadeira e um tom machista mesmo.

Na época, a prova era corrigida na frente de todo mundo e já saia com o protocolo. A parabenizaram com muita educação no final. Felizmente, o preconceito ficou para trás e as mulheres já são respeitadas como grandes navegadoras. Se ela ainda gera certa curiosidade ao atracar na marina, é porque está a bordo da Sessa C36, uma lancha que realmente chama a atenção”.

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