Sete competidores buscam a vitória nas últimas milhas da Vendée Globe

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Imagem: Reprodução/Vendée Globe

A nona edição da Vendée Globe está sendo a mais disputada e incerta da história. Se nas edições anteriores havia dois ou três capitães que lutavam pela vitória ao retornar ao Atlântico Norte, e mantendo distâncias consideráveis ​​entre eles, desta vez há sete barcos que aspiram à vitória com “apenas” 2 000 milhas (4 630 km) restantes para o final.

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Como exemplo, a distância entre o líder (Charlie Dalin, capitão do Apivia) e o sétimo colocado (Giancarlo Pedote, Grupo Prysmian) é de apenas 200 milhas na manhã desta quinta-feira (21). Há duas semanas, tal cenário era completamente diferente.

O experiente capitão francês, Yannick Bestaven, tinha sido o primeiro a atravessar o Cabo Horn e parecia consolidado na liderança. No entanto, o novato nessa competição, Charlie Dalin, ascendeu na regata e lidera a prova, seguido de perto pelo alemão Boris Herrmann, capitão do Seaexplorer. Neste caso, uma curiosidade: Herrmann pode ser o primeiro não francês a vencer a Vendée Globe.

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Traçando uma linha no horizonte, os competidores estão paralelos às ilhas caribenhas, de um lado, e às ilhas Canárias, em outro. Desse modo, quando os capitães se aproximarem das ilhas dos Açores, território português, será possível ter uma noção mais clara de quais barcos estão consolidados na disputa.

Por Gustavo Baldassare sob supervisão da jornalista Maristella Pereira

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