Popa da pesada

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A motorização sempre teve um papel de muita importância na composição de uma embarcação, já que é graças a ela que a lancha, ou o bote, se desloca. Com o passar dos anos, os lançamentos de motores também fizeram história e, por isso, NÁUTICA selecionou dez modelos de motor de popa que marcaram época, seja pela potência ou pelas inovações tecnológicas. Confira:

Honda 15 hp 4 tempos

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Lançado no início dos anos 1990, foi o primeiro quatro tempos vendido no Brasil, com as vantagens de poluir menos e não exigir mistura de óleo na gasolina.

Yamaha F 40

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Menor motor 4 tempos com injeção eletrônica do mercado permite ajuste fino da velocidade entre 650 e 900 rpm, o que é bom para pesca de corrico.

Mercury Verado 400-R

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É o primeiro Verado com transmissão Sport Master, com os coletores de água no pé da rabeta, o que adicionou mais potência ao conjunto.

Yamaha F 350

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O V8 de 350 hp da Yamaha reinou em 2007 como o motor de popa mais potente do mundo. Até que o Verado 350 SCi, da Mercury, entrou na disputa e empatou o jogo.

Mercury Verado 300

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Em 2013, ganhou uma versão inédita com sistema de joystick para manobras, exclusiva para barco com dois ou mais motores.

Seven Marine 627

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Lançado este ano, é o mais potente do mundo. Para conseguir 627 hp, usa um compressor que forçar o ar para dentro dos cilindros.

Evinrude G2 250

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Recebeu três estrelas pelo padrão de emissão mais rigoroso do mundo, graças aos sistemas avançados de injeção de combustível e óleo.

Evinrude 55 MFE

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Apresentado em 2008, para uso predominantemente militar, aceita quatro tipos de combustível: gasolina comum, gasolina de avião, querosene comum e querosene aeronáutico. Isso sim é flex!

Evinrude Intruder 150 Ficht

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Lançado em 1996, foi o primeiro 2 tempos com injeção direta. Cada cilindro recebe a quantidade exata de gasolina de que necessita. Em média, consome 35% menos que
um 2 tempos convencional.

Foto: Arquivo NÁUTICA

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Paulistano, formado em Comunicações Sociais e em História, passou 35 de seus 63 anos de vida em redações. Há 21 anos, trabalha em publicações sobre barcos, em especial NÁUTICA, em cuja redação ingressou em 2007, como repórter e editor. Atualmente, é colaborador fixo da revista.