#MinhaSessa: o engenheiro Fábio Gradowski encontrou na C36 uma lancha perfeita para pernoitar e passear nas águas do Paraná

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O mar sempre foi a paixão do engenheiro Fábio Gradowski, de 52 anos, que navega desde os 10 anos, quando seu pai comprou uma voadeira Levefort, de alumínio, com motor de 25 hp. De lá pra cá, muitos cascos passaram pela vida da família, sendo três lanchas compradas pelo próprio Fábio, uma de 24 pés, outra de 29 e, a mais recente, uma Sessa C36, ano 2013, com a qual navega ao lado da mulher, a advogada Luciana, e as duas filhas, Sarah e Mariah.

Nos fins de semana, basta chamar pelo vhf para encontrar a família: certamente os Gradowski estarão na água, em algum canto entre a ilha do Mel, no Paraná (onde a lancha está baseada, no Iate Clube de Caiobá) e a faixa entre Itajaí, Camboriú, Bombinhas e Ganchos. “Adoro pernoitar a bordo, mesmo que seja dentro da Marina do Iate de Caiobá. O barco é muito aconchegante, tem todos os espaços bem planejados e navega muito bem. Com dois Volvo Penta de 260 hp cada, faz 25 nós de cruzeiro, com 36 nós de máxima. Além disso, navegação é muito segura. Certa ocasião, viemos de Itajaí para Caiobá com mar ruim e chuva, ondas batendo no para-brisa. A Sessa se comportou bravamente”, conta Fábio, que, revela, já faz planos para comprar a nova Sessa C44.

O nome de suas embarcações é sempre o mesmo: TAR. Sua Sessa C36 foi batizada de TAR III. O motivo? Fábio explica: “Minha família tem casa na ilha do Mel. Quando chegávamos de barco com meu pai na Ilha, o pessoal de lá costumava dizer, com seu linguajar característico: ‘Lá vem o Tar’, querendo dizer, naturalmente, o Tal. Quando comprei meu primeiro barco, então coloquei o nome de Tar, em homenagem ao meu pai”.

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