Equipe Brasileira disputa Troféu Princesa Sofia a partir de 1º de abril

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Foto: Jesus Renedo

Com a volta de um grande ídolo do esporte nacional e a estreia de novas promessas, o Brasil vai com uma delegação reforçada para a disputa do Troféu Princesa Sofia, em Palma de Mallorca, na Espanha. Ao todo, 22 velejadores representarão o país na 50ª edição do evento, entre eles o bicampeão olímpico Robert Scheidt. Aos 45 anos, ele está de volta às competições internacionais na classe Laser, de olho numa vaga em Tóquio 2020. As primeiras regatas estão previstas para segunda-feira, dia 1º.

“Vai ser o primeiro campeonato grande após um longo período de ausência na classe Laser. Certamente vou encontrar dificuldades, mas já melhorei bastante de nível em relação ao que estava há dois meses. Estou fisicamente bem e motivado para recomeçar, competir e dar o máximo em Palma de Mallorca”, diz Robert Scheidt.

Além de Robert, a Equipe Brasileira de Vela terá nomes de peso como as campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze (49er FX), as medalhistas olímpicas Fernanda Oliveira (470 feminina) e Isabel Swan (Nacra 17), e o campeão mundial Jorge Zarif (Finn).

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Por outro lado, a delegação tem estreantes como Giovanna Prada, da RS:X feminina, de 17 anos. A filha de Bruno Prada (companheiro de Robert Scheidt na conquista de duas medalhas olímpicas na classe Star) se prepara para o Mundial de Vela Jovem, em julho.

Com inscrições abertas a atletas de todo mundo, o Troféu Princesa Sofia é a competição com maior número de participantes no calendário internacional de classes olímpicas. Este ano, são mais de 1.200 velejadores, de 68 países. Só a Laser reunirá 190 barcos na água. Na 49er, são 108 embarcações inscritas — um recorde da classe.

“Palma é um pouco diferente, por ser um evento aberto, com tantos barcos. É sempre muito concorrido porque é basicamente o primeiro grande campeonato na Europa no ano. A gente tem um bom histórico nessa competição e espera manter isso, mas mais importante do que o resultado é continuar o bom trabalho de preparação”, afirma Torben Grael, coordenador técnico da Equipe Brasileira de Vela.

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