Catamarã de pesca Garnet 300 HT une boa construção, navegação e espaço

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Embora minoria em nossas águas, as lanchas catamarãs têm uma legião de fãs que não trocam seus multicascos por um barco de pesca monocasco convencional. O motivo está em uma importante vantagem que os (bons) catamarãs levam sobre os (mesmo bons) monocascos: a capacidade de navegar mais macio em mar picado. É verdade que nem todos os multicascos a motor navegam bem em mar agitado.

Não é o caso da Garnet 300 HT, que neste teste, realizado nas imediações da barra da Baía Guanabara, cortou as ondas mantendo uma velocidade que nenhum monocasco do mesmo porte consegue igualar. Outra vantagem desse tipo de barco é que os catamarãs oferecem ótimo aproveitamento de espaço. Sem contar que se tratam de curingas, que vão igualmente bem tanto nas pescarias quanto nos passeios com a família, desde que ambos curtos, pois — no caso da Garnet — não existe uma cabine, apenas um banheiro fechado debaixo do painel.

Feito para quem gosta de pescar, a partir do casco do catamarã Recon 290 — referência na categoria —, a Garnet 300 HT cumpre muito bem sua função, que é a de transportar quatro pescadores até os pontos de pesca em águas costeiras. Com 2,89 metros de boca, tem cockpit bem espaçoso, o que é fundamental no embate contra os peixes. Em águas abrigadas, pode levar até 14 pessoas sem que ninguém se sinta apertado, capacidade superior a qualquer lancha monocasco de 30 pés.

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