No Amazonas, barco-escola Samaúma pode virar hospital flutuante

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O barco-escola Samaúma pode ser transformado em hospital flutuante para amenizar a situação atual da saúde pública no interior do Amazonas, provocada pela Covid-19. A proposta é do deputado estadual Adjuto Afonso que quer parceria do Executivo estadual com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-AM), administrador do Samaúma.

O parlamentar justifica que a pandemia é uma realidade e os impactos regionais são irrefutáveis e se agravam diariamente, necessitando de estratégia governamental nas políticas públicas e proatividade nas ações preventivas em atenção à saúde. “Precisamos amparar a população do interior em outras mazelas da saúde também, para não lotar as unidades de saúde dos municípios, pois o risco de contaminação torna-se maior”, diz o deputado.

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A proposta é de que o barco-escola Samaúma seja temporariamente estruturado e transformado em barco-hospital para atendimento médico, compondo-se de consultórios, laboratórios, leitos de enfermaria e salas especiais, como a de vacinação, além de equipamentos para realizar exames, como, raio-X, ultrassom, eco, mamógrafo, dentre outros.

O Samaúma foi construído como uma balsa em chapa de aço naval, com 35,5 metros de comprimento por 8 metros de largura. Até hoje, o barco mantém a estrutura de 40 anos atrás: nos três conveses estão distribuídas quatro salas de aula, seis oficinas, sete camarotes, uma cozinha, seis banheiros, um refeitório, uma sala para TV, dois depósitos, uma secretaria, uma sala de comando, uma praça de máquinas, uma sala com forno específico para panificação, com as devidas modernizações.

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