Conheça os vencedores do 71º Campeonato Brasileiro de Snipe

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Foto: Will Carrara

O 71º Campeonato Brasileiro de Snipe terminou neste sábado (25), no Yacht Club da Bahia (YCB), em Salvador (BA), com o título principal da dupla Matheus Tavares e Flavio Castro. Os velejadores superaram os bicampeões mundiais Bruno Bethlen e Dante Bianchi com apenas três pontos de vantagem. A medalha de bronze foi para os baianos Juliana Duque e Rafael Martins.

A competição, que contou com mais de 40 duplas, teve apenas sete regatas devido à falta de ventos durante parte da semana na Baía de Todos-os-Santos. Apenas um descarte do pior resultado foi computado.

”Sabíamos que ia ser competitivo, mas eram muitos nomes fortes na raia, assim como os bicampeões mundial Bruno Bethlen e Dante Bianchi, que ficaram em segundo pouco atrás de nós”, disse o baiano Matheus Tavares, campeão mundial de Snipe de 2015. ”Conseguimos ser competitivos em todas as regatas, com exceção de uma. Foram realizadas apenas sete e teve apenas um descarte. Por isso, velejamos com a corda no pescoço. Fizemos uma média boa e seguramos a onda no final”.

O velejador subiu no lugar mais alto do pódio em brasileiros pela segunda vez. Em 2016, Matheus Tavares ganhou o evento ao lado de Gustavo Carvalho. Já o resultado em Salvador (BA) foi o primeiro título nacional do carioca Flavio Castro na categoria principal. A dupla foi formada na última hora para correr o campeonato de Snipe.

”Muito feliz pelo Flavio Castro. É um cara dedicado e participativos na classe. Já estava na hora de conquistar esse título”, completou Matheus Tavares.

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O Brasileiro de Snipe premiou também os baianos Juliana Duque e Rafael Martins como vencedores entre as duplas mistas. Na dupla júnior, a medalha de ouro foi para Gustavo Abdulklech e João Petersen. O timoneiro carioca foi recentemente campeão mundial jr, em Ilhabela (SP).

A competição contou com as principais flotilhas estaduais do País, como Natal, Maceió, Aracaju, Salvador, Vitória, Rio e Niterói, Ilhabela, Santos, Guarapiranga, Florianópolis e Porto Alegre.

”Sempre bom destacar a forte presença das flotilhas de outros estados, que fizeram um esforço tremendo para realizar esse campeonato em Salvador. Foi uma competição muito forte e de qualidade, com realização importante do YCB”, contou Paola Prada, secretária nacional da classe Snipe.

As condições atípicas de meteorologia em Salvador (BA) na semana passada marcaram a competição. A capital baiana tradicionalmente tem vento nessa época do ano, mas desta vez exigiu muitas mudanças de cronograma para os responsáveis pela montagem das raias.

”Terminamos com duas regatas com ventos leste na parte da tarde. Tentamos fazer pela manhã, mas rondou muito. Salvador é lindo, maravilhoso e água limpa, mas com muita correnteza e pouco vento. Foi um enorme desafio, mas conseguimos”, explicou Cuca Sodré, presidente da Comissão de Regatas.

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