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20/10/2008 - 19:23 Nos dóldrums, Torben reclama do calor e aposta em rota mais a oeste
Da redação
"O que diz a teoria é que mais para o Oeste os Doldrums são menores. Estamos apostando nisso. Só que depois dá um ângulo pior para ir para Noronha, provavelmente contravento. Dureza, mas melhor do que calmaria." Assim Torben Grael explicou a decisão do Ericsson 4 de partir no rumo oeste, perdendo algumas posições, mas apostando em uma passagem mais rápida pela zona de calmarias intertropicais. Depois do desembarque de emergência de um tripulante neozelandês em Cabo Verde, Torben chegou a ver seu barco em penúltimo lugar. A segunda-feira foi um dia de recuperação. Torben já encostou no Ericsson 3, que ocupa a quarta posição. O surpreendente Green Dragon continua na liderança, mas vem sendo constantemente o segundo barco mais lento da flotilha, atrás apenas do último colocado, o Delta Lloyd.
Leia abaixo a mensagem de Torben Grael
Bem por aqui...
A bordo, a temperatura na cabine, de dia — principalmente com a pintura escura de nosso barco — torna quase impossível descansar direito com todos suando muito apesar de termos o luxo de alguns pequenos ventiladores a bordo. Sobra a noite, quando não se está de turno.
Fizemos um investimento de alto risco, nestes tempos de mercado extremamente volátil. Nosso barco, pesado como está, sofre um pouco nestas condições de pouquíssimo vento. Os dóldrums (calmas equatoriais) estão enormes e a passagem muito penosa. Nada comparado à última vez, quando passamos direto sem parar.
Mas nossa posição mais a Oeste poderia dar alguns dividendos. E, se não der, como diria o filósofo Marcelo Ferreira: "o que é um pum para quem está todo borrado"?
Depois de receber o boletim com a situação do Tony, fico muito aliviado e contente. Acho que se não tivessemos parado para deixá-lo em Cabo Verde ele teria grande chance de perder a perna ou algo ainda pior. Agora ele está até tomando antibióticos intravenosos. Portanto, me sinto já como um vencedor nesta etapa. No final das contas, é só uma regata.
Veja no vídeo o tratamento dado ao joelho inflamado do neozelandês Tony Mutter ainda antes do desembarque.
Aqui por estas bandas é praticamente impossível prever alguma coisa. O melhor que se pode fazer é aproveitar as nuvens e seus ventos de chuva e de sucção (quando ainda estão se formando) mas não é tão fácil quanto parece. Vento mesmo, só ente 4 e 6 nós e de Nordeste, o que não dá um ângulo muito bom para se progredir para Noronha.
O que diz a teoria é que mais para o Oeste os Doldrums são menores. Estamos apostando nisso. Só que depois dá um ângulo pior para ir para Noronha, provavelmente contravento. Dureza, mas melhor do que calmaria.
Hoje pela manhã coneguíamos ver os americanos. Eles em terceiro na regata e a gente em sétimo!! Depois sumiram de carona numa nuvem.