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Revista Náutica ::. Beto Pandiani e Igor Bely decidem interromper travessia para consertar o barco
Foto: Marcio Dufranc





VELA

05/08/2008 - 13:57
Beto Pandiani e Igor Bely decidem interromper travessia para consertar o barco

Manutenção do Bye Bye Brasil interromperá a aventura até outubro. Barco está em Vanuatu, a 1.000 milhas da Austrália

Por João Pedro Nunes
Da ZDL de Comunicação
Em São Paulo (SP)

Maristela Colucci
A dupla conserta o barco em Vanuatu antes de prosseguir viagem
Beto Pandiani e Igor Bely interromperam a Travessia do Pacífico para consertar o Bye Bye Brasil, catamarã sem cabine com que pretendem conectar o Chile à Austrália. A dupla decidiu encerrar este trecho da aventura em Vanuatu, de onde partirão em outubro rumo à Bundaberg, na Austrália, numa velejada de 1.000 milhas (cerca de 1.850 quilômetros).

A decisão foi tomada por causa das várias quebras ocorridas na última etapa da viagem, quando os problemas com o barco quase obrigaram os velejadores a pedirem resgate.

O objetivo inicial era velejar sem escalas entre Morea, na Polinésia Francesa, e Île des Pins, na Nova Caledônia. Mas a quebra do parafuso da travessa frontal e as tempestades em alto mar obrigaram a dupla a realizar paradas forçadas nas Ilhas Cook e em Tonga.

Após esses contratempos, os navegadores fizeram os consertos necessários e seguiram viagem em direção à Nova Caledônia. Uma nova quebra no parafuso da travessa frontal, porém, comprometeu a estrutura do barco e obrigou Beto e Igor a procurarem abrigo em Port Vila, em Vanuatu.

Maristela Colucci
Beto Pandiani e Igor Bely reparam o Bye Bye Brasil
Em terra firme, os velejadores fizeram uma revisão no Bye Bye Brasil, onde ficou constatada a existência de uma trinca na travessa frontal, resultado da navegação realizada com o parafuso quebrado.

“Quando começamos mexer nas travessas, o Igor percebeu um início de trinca, quase imperceptível a olho nu. Fica exatamente no lado oposto ao que quebrou no ano passado, quando chegávamos a Mangareva”, comentou Pandiani.

Além de consertar o barco, Beto e Igor interromperam a travessia para aguardar melhorar as condições do tempo. Nas últimas semanas, a Oceania foi castigada por várias frentes frias que trouxeram ventos de até 170 km por hora. Por conta das quebras que ocorreram, a dupla não quer expor o Bye Bye Brasil a condições adversas de navegação.

Apesar de todos os contratempos enfrentados pelos velejadores nesta última etapa da viagem, eles seguem animados para a continuidade da aventura. Os dois estão felizes com a superação demonstrada até agora e garantem que cumprirão as mil milhas restantes até a Austrália, onde terão atravessado todo o Pacífico Sul a bordo de um catamarã sem cabine, num total de 17.400 quilômetros.


Nem tudo foi dor de cabeça durante a travessia do Pacífico, houve também grandes paisagens e lembranças inesquecíveis

“Vivenciamos mais uma vez a experiência de sermos humildes e reconhecermos os nossos limites. Vamos voltar e dar tudo que temos para chegar à Austrália. Esta é uma promessa que faço para mim mesmo e para todos que estão torcendo por nós. Quero deixar registrado que, em breve, gostaria de gritar "Terra à vista! Austrália!" e dar um abraço no meu grande companheiro Igor”, disse Pandiani.

Explorando Vanuatu
Maristela Colucci
Vulcão em Vuanutu
Com a parada em Port Vila, os velejadores puderam conhecer as belezas de Vanuatu. Após duas horas de viagem em uma caminhonete por uma estrada de terra, Beto e Igor chegaram ao Yasur, o segundo maior vulcão em atividade no mundo.

“Assim que descemos do carro, fomos surpreendidos por uma grande explosão. Vimos subir bem à nossa frente pedras imensas de lava, que eram cuspidas para o alto e jogadas longe. As explosões faziam o chão tremer, o som era alto e muito violento. Difícil descrever o que vimos. Ficamos tão impressionados que decidimos voltar no dia seguinte”, contou Pandiani.

A população local também impressionou a dupla, que ficou encantada com a receptividade das pessoas dos pequenos vilarejos da região. “Todos fazem questão de acenar, dar um sorriso. Já viajei muito e nunca vi gente tão doce, amável, sorridente e feliz. Desde um velho até uma criança, todos têm a mesma atitude”, disse Betão sobre o povo de Vanuatu, considerado o mais feliz do mundo.

Durante toda a travessia, os velejadores tiveram a oportunidade de conhecer diferentes culturas e apreciar as belezas naturais da região do Pacífico Sul, com escalas na Ilha de Páscoa, Mangareva, Fakarava, Taiti, Morea, Ilhas Cook e Tonga.

Para ajudar Beto e Igor a superarem as dificuldades, a aventura conta com uma equipe de apoio em terra, composta por Eduardo Teiman e Mauricio Pimentel (cinegrafistas), Pierre Larsnier (meteorologista, França) e Maristela Colucci (fotógrafa).

Igor Bely
A dupla em alto mar
A Travessia do Pacífico tem o patrocínio máster de Semp Toshiba, com patrocínio de Mitsubishi Motors, Fnac, Yahoo! Brasil, Ferrari Stamoid, Red Bull e Mantecorp. Os apoios são da Rede Accor Hospitality, Santaconstancia, North Sails, BL3, Reebok Sports Club, Yacht Club de Ilhabela, Osklen, Sigg, Barracuda, Holos e Arycom.

Para acompanhar todos os momentos da viagem, acesse o site oficial da Travessia do Pacífico: www.yahoo.com.br/travessia

Os velejadores
Beto Pandiani
- brasileiro, 50 anos
Há 13 anos realiza expedições de alta performance pelos mais temidos mares do mundo. Foi o primeiro velejador a unir a Antártica ao Ártico a bordo de catamarãs em cabine.

Igor Bely - francês, 24 anos
Viveu 18 anos a bordo do veleiro dos pais. Com mais de 200 mil milhas (quase 400 mil km) navegadas, já fez mais de 20 expedições à Antártica e regiões polares.




Carbrasmar 32.2
1986. Motor Mercedes. R$ 165.000,00
Nautika 5.0
1995. Motor Yamaha 4t. R$ 35.000,00
Fast 27,5
Motor Yamaha 4 tempos. R$ 90.000,00
Coral 29
2006. Motor Mercruiser. R$ 145.000,00
Escuna 65 pés
2007. Motor Mercedes-Benz. R$ 420.000,00
Real Summer
1990. Motor Mariner. R$ 30.000,00
Focker 215
2007. Motor Yamaha 4 tempos. R$ 75.000,00
Fishing 26,5 ST
2006. Motor Evinrude E-tec. R$ 120.000,00
Wellcraft 599
1994. Motor Johnson.
MWM Sprinter
2004. Motor Megatech Dumon. R$ 42.000,02
Volvo TAMD 72 EDC
1996. Motor Volvo. R$ 60.000,00
Runner 290 Cabinada
2004. Motor Mercruiser. R$ 175.000,00
Escuna My Mistress 14,32 metros
Motor MWM. R$ 218.000,00
Alfa 300
2003. Motor Johnson. R$ 95.000,00
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