Caros amigos,
são poucas fotos porque não tive como tirar fotos no dia em que visitei o barco, assim que for até lá prometo tirar todas
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Todas as questões técnicas peço que tenham paciência pois ainda não andei com a lancha.
Quanto ao Angelo e seu hidrojato. Conversei longamente com ele e me mostrou ser uma pessoa muito sincera e honesta. Tecnicamente ele também me pareceu muito consciente e entendedor do assunto.
Realmente o assunto preferido dele é velocidade, mas ele foi muito flexível comigo porque levei minha esposa e meu filho de 7 anos, onde ele percebeu minhas intenções de uso do barco.
Não me pareceu um defensor incondicional de motores a gasolina. Ele tem razão quando diz que um conjunto diesel novo comparado a um conjunto gasolina novo, com a mesma potência, fica com uma relação custo x benefício muito baixo se não for usado pelo menos umas 200 horas/ano rodando a velocidade de cruzeiro. É pura matemática já que no Brasil a relação do preço Gasolina/Diesel é 2 para 3. Além disso, os motores diesel automotivos marinizados e repotenciados que poderiam ter um custo de aquisição menor, muitas vezes empacam nas soluções de propulsão, já que as rabetas normalmente são preparadas para altas rotações. Sobra pé-de-galinha? Rabeta de superfície? Reversor? Hidrojato?
Quanto ao hidrojato dele fiquei muito bem impressionado com a qualidade de projeto (é americano) e com a construção das peças. Me passou muita confiança a forma com que ele controla a qualidade e o esmero dele em fazer um produto que funcione.
Aliás o lema dele até agora para mim foi o melhor de todos "A melhor parte de um barco é aquela que não quebra!"
Quanto à possibilidade de desengatar, não dá. O motor é unido ao hidrojato por um cardan. Vc (pelo jeito) mantem o barco parado através do posicionamento do difusor do hidrojato em marcha lenta.
Previdi, acabei indo na sua e comprando um barco quase zero....
abraços
Roberto